
Chega de fazer trocas que não mudam nada. Cada alimento classificado pela quantidade de carboidratos (açúcar), com os números por 100g, para você escolher com informação na mão e não errar mais.
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Você está no mercado. Pega um alimento, olha a embalagem, vê "integral", "light", "sem açúcar" e coloca no carrinho achando que está fazendo a escolha certa. Chega em casa, come, mede a glicemia duas horas depois e o número aparece alto. De novo.
O problema não é falta de cuidado. É falta de referência.
A rotulagem dos alimentos no Brasil informa os valores por porção, não por 100g. E a porção declarada raramente corresponde ao que você serve no prato. Um pacote de biscoito integral declara a porção como 30g. Quem come só 30g? Você come 60g, 80g, e a conta de carboidratos dobra sem que você perceba.
Existe um número que muda essa equação: a carga glicêmica por 100g do alimento. Com ele, você compara qualquer alimento com qualquer outro, independente de embalagem, porção declarada ou propaganda de saudável.
O que falta não é disciplina. É uma tabela organizada, classificada por nível de impacto na glicose, pronta para consultar antes de comprar ou antes de servir.
Caso real: dono de padaria controla o diabetes comendo pão de queijo — glicada de 12,6 para 5,6 em 4 meses.
Saber o que está comendo antes de comer é o primeiro passo para ver os números mudarem.
Desenvolvido pela equipe médica da Tipo2 com base nos dados da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) e do IBGE. Cada alimento foi classificado em três grupos pelo teor de carboidratos por 100g.
0g a 10g de carb / 100g
Alimentos que não vão aumentar a glicose na maioria das porções normais. Verduras folhosas, carnes, ovos, queijos e alguns laticínios. Pode comer com tranquilidade.
10g a 25g de carb / 100g
Podem fazer parte da rotina, mas a quantidade importa. Uma porção pequena de arroz integral pode ser adequada. Uma grande pode levar a glicemia acima de 140 mg/dL.
mais de 25g de carb / 100g
Não são proibidos, mas precisam de atenção. Arroz branco, farinha, biscoito, refrigerante, frutas muito doces. Saber o número é o primeiro passo.
Além da classificação, cada alimento tem carboidratos, proteínas, gorduras e calorias por 100g. Resolve um problema que a maioria ignora: alimentos com pouco carboidrato podem ter muitas calorias por conta da gordura — e o ganho de peso atrapalha o controle da glicose.


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A Tipo2 é uma clínica médica especializada em diabetes tipo 2 em Patos de Minas, MG. O Dr. Victor e sua equipe acompanham pacientes no processo de controle e reversão do diabetes tipo 2 com foco em mudança alimentar prática, não só no ajuste de medicação.
Os dados foram extraídos da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO), referência oficial do Ministério da Saúde, e do IBGE. Cada valor foi revisado pela equipe médica antes de publicar.
Depoimentos reais de pacientes que passaram pela clínica.
"Atendimento excelente, equipe muito atenciosa. Em poucos meses minha glicada baixou e me sinto outra pessoa."
Ana P.
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"Finalmente uma clínica que explica o que comer de verdade. O acompanhamento pelo WhatsApp faz toda a diferença."
Carlos M.
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"Recomendo demais. Saí do consultório com um plano claro, sem dieta maluca, e meus exames melhoraram muito."
Rosângela S.
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Você baixa, consulta a lista nas próximas compras, mede a glicemia depois das refeições e acompanha os números. Se dentro de 7 dias decidir que não é para você, devolvemos 100% dos R$ 19,99. Sem pergunta, sem formulário, sem burocracia.
Nos últimos 6 meses, nenhum comprador pediu reembolso.
A lista cobre os principais alimentos consumidos no Brasil organizados por categoria: carnes, ovos, laticínios, cereais, leguminosas, frutas, verduras, legumes, bebidas e industrializados. Cada um com carboidratos, proteínas, gorduras e calorias por 100g.
Sim. Qualquer pessoa que queira entender o impacto dos alimentos na glicemia pode usar esta lista. O sistema semáforo funciona como referência geral de escolha alimentar, não só para quem já tem diagnóstico.
Sim. Os valores foram extraídos da TACO, Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, referência oficial do Ministério da Saúde, e do IBGE. São os mesmos dados que nutricionistas e médicos usam.
Índice glicêmico mede a velocidade com que um alimento eleva a glicose, mas ignora a quantidade de carboidrato. Esta lista trabalha com carga glicêmica por 100g, que combina quantidade e impacto real no prato.
Sim. Os dois materiais se complementam. A lista ajuda nas escolhas do dia inteiro. As receitas resolvem o café da manhã com opções prontas.
7 dias de garantia incondicional. Pediu reembolso, devolvemos 100% dos R$ 19,99. Sem pergunta.
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